100 anos da Adenomiose
2716
wp-singular,post-template-default,single,single-post,postid-2716,single-format-standard,wp-theme-bridge,wp-child-theme-bridge-child,bridge-core-3.0.5,qode-page-transition-enabled,ajax_fade,page_not_loaded,,qode-title-hidden,qode_grid_1300,qode-content-sidebar-responsive,qode-child-theme-ver-1.0.0,qode-theme-ver-29.1,qode-theme-bridge,disabled_footer_bottom,qode_header_in_grid,wpb-js-composer js-comp-ver-6.9.0,vc_responsive

100 anos da Adenomiose

Há 100 anos, a ciência reconheceu a adenomiose como uma condição distinta. Em 1925, o termo foi introduzido para diferenciar a doença da endometriose, que já era estudada desde o século XIX. Antes disso, muitas mulheres sofriam em silêncio, sem um diagnóstico preciso e sem opções de tratamento.

A adenomiose acontece quando o tecido do endométrio cresce dentro do músculo do útero, causando sintomas que impactam a qualidade de vida, como:

⚠️ Sintomas mais comuns:

🔹 Cólicas menstruais intensas e progressivas

🔹 Sangramento menstrual abundante e prolongado

🔹 Sensação de peso ou inchaço abdominal

🔹 Dor durante as relações sexuais

🔹 Dificuldade para engravidar

Os exames de imagem que sugerem a presença de adenomiose são pouco sensíveis e pouco específicos. São eles: ultrassom transvaginal e ressonância magnética. Na histeroscopia podemos encontrar imagens sugestivas de adenomiose superficial.

O tratamento algumas vezes pode responder por meio de medicamentos ou a retirada do útero todo, no caso de sangramento e prole constituída.

Se você sente que algo não está certo com seu corpo, busque ajuda! O diagnóstico precoce pode mudar completamente sua qualidade de vida.

Marque aquela amiga que precisa saber disso! Informação pode transformar vidas.

=====
🩺 Dra ANA RITA PEIXOTO PANAZZOLO
Histeroscopia | Ginecologia
CRM/SC 6848 RQE 1714

Publicado em 12 fevereiro de 2025

Categorias:
Ana Rita Panazzolo, Conteúdo, Rafael Senna


Vamos conversar?
Aponte o Celular ou Clique